Casa do Vovô & Casa da Amizade - Valorizando cabelos brancos
 
 

A Casa do Vovô tem capacidade para atender 92 idosos com mais de 60 anos de idade, de ambos os sexos, com acomodações, inclusive para casais, que atendam aos dispositivos da triagem social.

 
 

A Casa do Vovô, com 36 anos de experiência na área, atende idosos a partir de 60 anos de idade, de ambos os sexos e provenientes do município de Ribeirão Preto, em regime de internato (ILPI), desde que não possuam família ou responsáveis que possam garantir-lhes uma sobrevivência digna. Entendendo que é possível o atendimento ao idoso em regime aberto, oferece ainda 10 vagas para atividades e cuidados diários sem necessidade de internação.

   
 

A Instituição situa-se no Ipiranga, bairro periférico de Ribeirão Preto-SP, à Rua - Tapajós nº. 2.881- CEP. - 14060-590 - fone: 3622.4181. Dispõe de um equipamento adequado às funções a que se propõe, segundo as normas de saúde e de segurança. Quanto ao entorno, a Instituição está localizada em um bairro que oferece uma ampla rede serviços disponíveis à comunidade, a qual o idoso pode ter acesso para sua inclusão social, tais como: Entorno - UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Presidente Dutra, farmácias, e PIC (Programa de Integração Comunitária) na Igreja Sagrado Coração de Jesus; Base Comunitária do Complexo Presidente Dutra; Organização Comunitária Santo Antonio Maria de Claret; organização Vida Nova – Casa das Mangueiras.

Na região: CRAS 3 (Centro de Referência de Assistência Social da Região Noroeste); Escolas Estaduais (8); Escolas Municipais de Ensino fundamental (1); Escola municipal de Educação Infantil (1); Centro Municipal de Ensino Integrado (1); Escolas Particulares (5); Creches Municipais (6); Creches particulares (5); Centros Comunitários (3); Unidades Básicas de Saúde – UBS (6); Unidades Básicas Distritais de Saúde – UBDS (1); Ambulatório Especializado NAPS (1); Centro de Controle de Zoonoses; Hospital das Clínicas de Rib. Preto; Sanatório Espírita Vicente de Paulo; Fundação Hemocentro de Rib. Preto; UTR – Central Resgate de Órgãos do H.C.; outras Entidades Filantrópicas (12);.

 
 
 

O presente projeto tem como objetivo abrigar o idoso proporcionando a ele qualidade de vida. Para tanto será desenvolvido um trabalho voltado para idosos das camadas mais pobres da comunidade, adequado às suas necessidades básicas para uma vida com qualidade. Além das atividades de rotina, deverão ser desenvolvidas atividades de lazer, ocupacionais, culturais e artísticas, estimulando maior convivência e participação em grupo, no pleno exercício da cidadania, mantendo 80 usuários em média, em regime de internato na rede de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, assim como 10 vagas de internação dia, conforme a demanda.

 
   
 

Resgatar o valor do idoso, integrando-o à sociedade através de formas alternativas de participação e convívio; Buscar a qualidade total do serviço, pela reavaliação e reestruturação dos procedimentos usuais; Educar continuadamente os atendentes de idosos, de forma regular e progressiva; Integrar a equipe multidisciplinar (Pedagoga, Assistente Social, Médico, Enfermeira, Nutricionista, Terapeuta Ocupacional, Psicólogas, Dentistas, Fisioterapeutas e Professores) para dar suporte ao programa; Resgatar e fortalecer os vínculos familiares dos idosos; Incentivar o idoso quanto à ocupação do tempo, tendo em vista os seus interesses, capacidade e criatividade; Estimular a autonomia do usuário; Atender aos interesses físicos, práticos, artísticos, intelectuais e sociais dos idosos, estimulando a participação voluntária nas atividades oferecidas; Propiciar integração e convívio entre os residentes , familiares e funcionários;

 

Dar oportunidade para capacitação do pessoal envolvido no trabalho (dirigentes, funcionários e técnicos); Organizar atividades sociais e recreativas que estimulem o equilíbrio emocional do idoso; Oferecer atividades ocupacionais e de lazer, visando o desenvolvimento psicossocial e com funções terapêuticas (exercícios físicos, recreação, jogos, festas, comemorações, visitas, passeios, desenho, pintura, tricô, crochê, bordado, artesanato, tapeçaria, alfabetização, etc.); Estimular as atividades de Horticultura (plantio, cuidados, colheita); Atender com dignidade ao morador , oferecendo-lhe um espaço agradável, higiênico e seguro; Propiciar ao interno atendimento nas áreas médica, dentária, fisioterápica, fonoaudiológica, psicológica e espiritual, de acordo com as suas necessidades; Fornecer alimentação adequada para atender às necessidades orgânicas e manter o equilíbrio nutricional nessa fase etária; Garantir o intercâmbio de experiências entre os residentes e outros grupos da comunidade; Propiciar variadas formas de convivência e participação como recurso terapêutico e preventivo; Promover o desenvolvimento da autoconfiança, sensibilidade e criatividade pela arte.

   
 
 

d) Reuniões com diretores, monitores, equipes de saúde, administração e coordenação, para tomadas de decisões sobre propostas de ação, acompanhamento e avaliação. e) Reuniões mensais com o “grupo de convivência”, favorecendo a construção do conhecimento e a capacidade de desenvolver um olhar crítico e reflexivo, para que os idosos possam fazer uma leitura da sua realidade a fim de compreenderem as mudanças ocorridas em suas vidas. f) Divulgação das atividades e estímulo à participação. g) Controle técnico – triagem, visitas domiciliares, revisão das atividades. h) Análise dos resultados – observação, relatórios, definição de indicadores quantitativos e qualitativos. Cabe ressaltar ainda, que as ações diretamente relacionadas ao idoso serão de caráter preventivo, para tanto contaremos com o projeto de Nutrição; exames periódicos com acompanhamento médico; orientações e noções de higiene pessoal; atividades socializantes.

A execução e continuidade do Projeto seguirão uma linha metodológica flexível, adaptada à realidade, às condições e recursos disponíveis, conforme as etapas a seguir: a) Avaliação de resultados do Projeto anterior. b) Elaboração do Projeto. c) Envolvimento e participação dos formuladores, gestores, implementadores e beneficiários no processo avaliativo e construção de novas propostas. d) Aulas expositivas direcionadas aos atendentes de idosos, com temas relacionados aos cuidados, higiene, curativos e prevenção de escaras. e) Trabalho no sentido de fortalecer os vínculos familiares, analisando freqüência das visitas através de planilhas. Contato com familiares ausentes através de ligações telefônicas e visitas.

 
 
 
 

Público alvo: idosos institucionalizados; Familiares de idosos; Diretoria; Funcionários; Convênios com a Faculdade de Medicina da USP – Médicos de geriatria; Convênios com a UNIP – Psicologia hospitalar; Voluntários – Nutricionista, bazar anual, manicuras, cabeleireiros, jardineiros; Parceria com “Smar colection” (donativos); Convênio com o Governo Federal e Estadual (verba); Contrapartida da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto; Associados; Colaboradores (doações, verbas) Parceria com a prefeitura – Médico clínico geral.

 
   
 
 

Na cidade de Ribeirão Preto – SP, onde este projeto é implementado, o Censo Demográfico, com data de 01 de julho de 2005, mostra que dos 551.312 habitantes, 51.194 são idosos, isto é, 9,29% do total da população. O processo de envelhecimento populacional brasileiro começou a partir da década de 1960, nas regiões mais desenvolvidas, com o declínio da fecundidade, estendendo-se para as demais regiões e para todas as classes sociais do país (Chaimowicz, 1977). Essa transição epidemiológica e demográfica decorre da queda brusca e rápida das taxas de mortalidade e natalidade, com a introdução dos antibióticos, da vacinação, saneamento básico, tratamentos quimioterápicos, exames complementares, intensificação do uso de anticoncepcionais, etc. (Paschoal, 1996; Sivestre e cols., 1996).

O envelhecimento é uma etapa natural , marcado por mudanças biopsicosociais. No terceiro milênio, o mundo caminha para um envelhecimento acelerado e duradouro. Mundialmente, a proporção de idosos está aumentando. Hoje a população mundial é de aproximadamente 6,6 bilhões de pessoas, das quais cerca de 660 milhões (10%) têm mais de sessenta anos. Até o ano de 2025, perto de 14% da população será considerada velha, e a proporção de pessoas muito idosas (75 anos ou mais) representará um grupo em crescimento. Esse envelhecimento populacional ocorre devido a dois fatores principais: o declínio da mortalidade, principalmente a infantil, e a queda da natalidade. Com o avanço da medicina, maior acesso a serviços de educação e saúde, antibióticos, vacinas, nutrição adequada e saneamento, a expectativa de vida do ser humano tem aumentado.

 
 

Segundo estudos epidemiológicos, a problemática do idoso no Brasil apresenta-se como um desafio para a Saúde Pública, e exige uma ação imediata no sentido de diminuir as desigualdades, tanto sociais quanto de saúde, nos diferentes extratos dessa população, proporcionando um amparo adequado advindo do sistema público e previdenciário (Brasil – MPAS, 2000). Como refere Chaimowicz (1977:188), “O contexto de desigualdades e a velocidade com que ocorrem essas transformações no Brasil apontam para a complexidade crescente nas alternativas de atenção às necessidades dessa nova estrutura etária emergente”. Nesse contexto, o Brasil não é mais um país apenas de jovens. O Brasil é um país de jovens, mas que envelhece rápido e drasticamente, causando grandes impactos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1970, o país tinha 4,7 milhões de pessoas com mais de sessenta anos (o que representava 5,05% da população total); em 1980, já eram 7,2% milhões (6,06%); em 1991, a população de idosos cresceu para 10,7 milhões (7,30%). A projeção para o ano de 2020 é de 27, 2 milhões de idosos (13,57%).

Porém um fato novo, e que não tem recebido a atenção devida se relaciona aos países de terceiro mundo, onde vivem mais da metade das pessoas que atingem 60 anos. Até 2025, a estimativa é de que três quartos da população idosa do mundo estará vivendo em nações menos desenvolvidas. Nos países ricos, esse processo se deu lentamente, em situação de evolução econômica, de crescimento do nível de bem-estar e redução das desigualdades sociais (Moreira, 1988). Nos anos mais recentes, esse processo ganhou maior importância nos países em desenvolvimento, com o aumento acelerado da população de 60 anos em relação à população geral, ou seja, a mudança não se deu gradativamente, não ocorrendo um preparo que a acompanhasse. Aumentos de até 300% da população idosa são esperados nesses países, especialmente na América Latina (Truelsen et al., 2001).

 
 

O Brasil apresenta um dos mais agudos processos de envelhecimento populacional entre os países mais populosos. Os dados demográficos demonstram um recente e acelerado processo de envelhecimento da população brasileira e apontam que, entre 1960 e 2025, o Brasil passará da 16a para a 6a posição mundial em número absoluto de indivíduos com 60 anos ou mais. (Baeta, 1991; Papaleo – Neto & Ponte, 1996; Paschoal, 1996; Chaimowicz, 1997). Hoje, as pessoas de 60 anos ou mais representam 9% da população, e pelas projeções estatísticas da PNAD para o ano 2025, essa proporção será de 15%, ou seja, o equivalente a 32 milhões de pessoas, comprovando assim que o Brasil não é mais um país de jovens (Brasil – MPAS, 2000). No Estado de São Paulo, as estatísticas apontam para 9% de idosos com relação à população total. Dos 37.032.403 habitantes, 3.316.957 representam a população acima de 60 anos (IBGE – Censo Demográfico 2000).

 
   
Colaboradores Empresariais
Pronto Fatto
Rua Tapajós , 2881 - Ipiranga - Cep 14060-590 - Telefone: (16) 3622-4181 / 3622-6507 - Ribeirão Preto/SP - casadovovo@casadovovo.com.br
@ 2010 - Casa do Vovô & Casa da Amizade - Todos os direitos reservados
Icon AgeOne Digital Marketing